contato

Contato: ispgoias@gmail.com

Seguidores

Mostrando postagens com marcador ISP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ISP. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

AUXÍLIO BRASIL COMEÇA A SER PAGO NESTA TERÇA-FEIRA

 

A partir de terça-feira (18/1), a Caixa Econômica Federal começa a pagar a terceira parcela do Auxílio Brasil às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com o Número de Identificação Social (NIS) final 1.

 

A terceira parcela incluirá 3 milhões de famílias, aumentando para 17,5 milhões o total de famílias atendidas.

 

Cada uma delas receberá um repasse mínimo de R$ 400. Nesta quarta-feira (19/1), serão os beneficiários com o NIS final 2.  De acordo com o Ministério da Cidadania, o investimento total para os pagamentos supera R$ 7,1 bilhões.

 

Veja a tabela de inclusão de famílias no Auxílio Brasil em todos os estados e no Distrito Federal:

 

Auxílio-gás

 

O Auxílio-gás também começa a ser pago - retroativamente a partir de hoje - para as famílias cadastradas no CadÚnico, com o NIS terminado em 1, e segue o mesmo calendário regular de pagamentos do Auxílio Brasil.

 

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026 com o pagamento de 50% do preço médio do botijão de 13 quilos a cada dois meses. Atualmente, a parcela equivale a R$ 56.

 

Cerca de 108,3 mil famílias de municípios do norte de Minas Gerais e do sul da Bahia, atingidas pelas enchentes em dezembro, começaram a receber o Auxílio Gás no mês passado.

 

Para este ano, o Auxílio Gás tem orçamento de R$ 1,9 bilhão. Só pode fazer parte do programa quem está incluído no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

ABr

Terça-feira, 18 de janeiro 2022 às 12:24

terça-feira, 5 de outubro de 2021

PRESIDENTE SANCIONA LEI QUE CRIA NOVO PROGRAMA SOCIAL

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou na terça-feira (5/10) o projeto que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021 com o objetivo de viabilizar o Auxílio Brasil, o novo programa social do governo federal que substituirá o Bolsa Família. O texto autoriza a criação de programas de transferência de renda para enfrentamento da pobreza e da extrema pobreza, tendo como medida compensatória proposições legislativas ainda em tramitação, como é o caso do projeto de alteração do Imposto de Renda e da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que parcela o pagamento de precatórios (dívidas do governo com sentença judicial definitiva). Na prática, a nova redação da LDO permite a criação do programa antes que os recursos para custeá-lo tenham fonte certa.

 

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que sanção da mudança na LDO 2021 não terá impacto no cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e que as medidas compensatórias deverão estar aprovadas no momento em que o novo programa social entrar em vigor.

 

"Salienta-se que a presente alteração não afasta o cumprimento da LRF, inclusive quanto à necessidade de efetiva aprovação de medidas compensatórias, as quais deverão estar em vigor no momento do aumento da despesa. O que a presente alteração possibilita é que os projetos que aumentem a despesa sejam propostos ao Poder Legislativo antes da aprovação final das respectivas medidas compensatórias, possibilitando que as duas propostas tramitem em paralelo e sejam votadas pelas duas Casas de forma independente. Essa alteração dará, portanto, maior agilidade à discussão e tramitação dos dois projetos no âmbito do Legislativo, o que permitirá, conforme expectativa do governo federal, que ambas as medidas estejam aprovadas até o final do corrente ano", diz a pasta.

 

Atualmente, o Bolsa Família atende cerca de 14,5 milhões de famílias com um benefício médio de R$ 190. O novo programa social pretende expandir o número de beneficiários para cerca de 17 milhões e aumentar o valor médio do benefício para cerca de R$ 300.

 

A pedido do Ministério da Economia, o presidente da República vetou algumas alterações no texto aprovado pelo Congresso, por motivos orçamentários. Uma delas diz respeito à determinação de liberação de pagamentos de obras de engenharia em parcela única e de liberação de pagamentos no caso de entes inscritos em cadastro de inadimplentes. Segundo o governo, o dispositivo "poderia prejudicar a boa gestão fiscal e acabar por causar a paralisação de recursos, em alguns casos".

 

Também foi vetado o dispositivo que permitiria que as emendas parlamentares não cumprissem o percentual mínimo de aplicação em ações e serviços públicos de saúde, o que poderia, segundo o governo, impactar o cumprimento do mínimo constitucional de gastos na saúde.

 

O governo ainda encaminhou nesta terça um projeto de lei que altera o Plano Plurianual (PPA) para o período de 2020 a 2023, com o objetivo de incluir o programa Auxílio Brasil. (ABr)

 

Terça-feira, 05 de outubro, 2021 ás 21:01


 

 

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

CAFÉ, ARROZ E FEIJÃO CONTINUAM PREFERIDOS PELOS BRASILEIROS



O café foi o alimento consumido pelos brasileiros com mais frequência (78,1% da população) entre junho de 2017 e julho de 2018, tanto por homens (77,9%), quanto por mulheres (78,4%). Em seguida, aparecem dois produtos da dieta tradicional do país. Um deles é o arroz, com 76,1% de frequência de consumo, acompanhado pelo feijão, com total de 60%. O alimento menos consumido com frequência pelos brasileiros no período pesquisado foi o ovo, com total de 13,9%.

As informações constam da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil (POF 2017/2018), divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo foi realizado em parceria com o Ministério da Saúde.

Foram ouvidos no estudo 46.164 moradores de 20.112 domicílios com 10 anos ou mais de idade, que informaram o consumo alimentar para dois dias. A análise evidencia que arroz, feijão e café foram os alimentos mais consumidos por adolescentes e adultos, embora mostrando redução em relação ao primeiro levantamento, em 2008/2009. O feijão caiu de 72,8% para 60% da população e o arroz, de 84% para 76,1%. Entre os idosos, o consumo de café subiu na mesma comparação, de 86,6% para 87,1%. A queda do consumo de arroz foi observada no Sudeste, Sul e Centro-Oeste e foi mais acentuada entre a parcela da população (25%) com maior renda, passando de 79,9% para 67,1%.

Os pesquisadores do IBGE avaliaram que o consumo de frutas e verduras continuou muito aquém do recomendado, embora o consumo de saladas cruas tenha aumentado tanto para adolescentes, quanto para adultos e idosos. Em geral, o consumo de saladas cruas passou de 16% para 21,4%. O consumo de frutas teve queda entre os dois períodos. Em contrapartida, o consumo de preparações aumentou. Um exemplo são os sanduíches, cujo consumo cresceu em todas as regiões do Brasil e em todas as classes de renda, apurou o IBGE. Já o consumo de refrescos e refrigerantes caiu para todos os grupos etários.

As maiores médias de consumo diário per capita, isto é, por indivíduo, foram encontradas no café (163,2 gramas/dia), feijão (142,2 g/dia), arroz (131,4 g/dia) e sucos (124,5 g/dia).
Fora do domicílio

A participação da alimentação fora do domicílio destaca a cerveja, consumida por 51% da população, sendo 52,8% homens, e 45,5% mulheres. Bebidas destiladas vêm em seguida, com participação de 44,1% no consumo. Na terceira posição estão salgados fritos ou assados, com 40,1%.

A prevalência de consumo alimentar fora do domicílio caiu de 40,2% na POF 2008/2009 para 36,5% na pesquisa 2017/2018, registrando maior consumo fora de casa no Centro-Oeste (47,7%, contra 42% na POF anterior). A maior redução foi encontrada na Região Norte, com 30,5%, contra 42,6% na pesquisa 2008/2009.

O IBGE destacou que a alimentação fora do domicílio pode não representar o consumo de todos os alimentos preparados fora de casa, pois são incluídos nessa estimativa somente os produtos preparados e consumidos fora do domicílio. Isso significa que alimentos trazidos de restaurantes para dentro de casa e provenientes de serviços de entrega em domicílio são incluídos na alimentação dentro de casa.

De acordo com a pesquisa, os itens mais consumidos fora de casa pelos adolescentes foram cerveja (65,4%), vinho (49,9%) e outros pescados (42,6%). Entre os adultos, prevaleceram bebidas alcoólicas, salgados fritos e assados e sorvete/picolé. Os idosos, por sua vez, priorizaram bebidas destiladas (40,2%), cerveja (32,5%) e bolos recheados (31,3%).
Dieta

De acordo com a classificação nova introduzida pelo Guia Alimentar para a População Brasileira, editado em 2014, os alimentos in natura ou minimamente processados são os que apresentam maior participação relativa no total de calorias, com 53,4%. Entre os alimentos classificados nesse grupo, os destaques são aqueles que constituem a base de uma alimentação saudável e que representaram mais da metade das calorias consumidas pela população brasileira no período pesquisado, a exemplo do arroz, feijão, carnes, frutas, leite, macarrão, verduras, legumes, raízes e tubérculos.

O guia recomenda que os alimentos ultra processados devem ser evitados. Nesse grupo de alimentos, a participação relativa no total de calorias alcançou 26,7% para os adolescentes, 19,5% para os adultos e 15,1% para os idosos. Nesse grupo de alimentos estão biscoito salgado e salgadinho “de pacote”, biscoitos doces, refrigerantes, cachorro-quente, hambúrgueres e outros sanduíches, bebidas lácteas, pizza. Os alimentos ultra processados têm participação relativa de 19,7% no total de teor calórico.

Considerando a característica da dieta, observa-se que 19,2% dos brasileiros entrevistados consumiram pelo menos um suplemento alimentar entre 2017 e 2018. Entre os idosos, o percentual subiu para 34%. Treze vírgula nove por cento do total disseram ter algum tipo de restrição alimentar. Entre os idosos, esse percentual foi de 27,3%. É nesse grupo também de consumidores que foram encontrados 23,4% de pessoas que afirmaram fazer tratamento de doenças crônicas. As restrições alimentares para emagrecer foram mais frequentes nas mulheres adultas (9,4%), enquanto restrições alimentares relacionadas às doenças crônicas ou distúrbios metabólicos, como hipertensão ou doença cardiovascular, por exemplo, foram relatadas por 26,8% das mulheres idosas e 19,1 % dos homens idosos.

A adição de sal de cozinha a preparações prontas de alimentos foi indicada por 14,5% dos adultos e por 12,5% dos adolescentes. O uso de açúcar para adoçar alimentos e bebidas teve média total de 85,4% de respostas, sendo 93% adolescentes, 85,7% adultos e 72,1% idosos.
Fibras

Segundo o IBGE, o conteúdo em fibra da dieta caiu entre as duas pesquisas, tanto para homens quanto para mulheres e em todas as faixas de idade, sendo mais percebido entre as mulheres idosas (24%), o que pode indicar má qualidade da alimentação, devido principalmente à redução do consumo de feijão, uma das principais fontes de fibras alimentares na dieta do brasileiro.

A contribuição média do consumo de ácidos graxos saturados para a ingestão de energia ficou abaixo de 10% na análise por sexo e idade. Os pesquisadores do IBGE admitiram que essa redução pode ser atribuída à queda observada no consumo de carne bovina. Já a ingestão de ácidos graxos monoinsaturados, considerados saudáveis, aumentou em homens adultos e idosos entre 2008/2009 e 2017/2018 mas, entre as mulheres, só teve expansão entre a parcela idosa.

Foi registrada prevalência de ingestão abaixo das necessidades para cálcio, vitamina D e vitamina E em adolescentes de ambos os sexos, superior a 85% nos dois períodos analisados. Nesse mesmo grupo etário, o predomínio de ingestão inadequada de piridoxina e vitamina A esteve entre 65% e 85%. Foi verificada prevalência de ingestão inadequada abaixo de 15%, nos dois períodos, para cobalamina e cobre.

Adultos e idosos apresentaram alta prevalência de ingestão inadequada (superior a 50%) para cálcio, magnésio, vitamina A tiamina, piridoxina, vitamina D e vitamina E, em ambos os sexos e ambos os períodos. Na POF 2017/2018, a riboflavina se somou a esses nutrientes, nos adultos. (ABr)

Sexta-feira, 21 de agosto, 2020 ás 10:00


Venha fazer parte dessa família.